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Colocar o calçador, cobrir a ferida com proteção plástica

Vestir a parte superior da meia elástica (panturrilha)

Retirar a proteção e fazer o curativo na úlcera venosa

Kit Úlcera

Compressão 30/40 mmHg

Curativo pronto

Vestir a parte inferior do kit úlcera (tornozeleira)

Kit Úlcera colocado

As úlceras de origem venosa representam quase 70% das úlceras dos membros inferiores e têm a sua etiologia na hipertensão venosa crônica, provocada por refluxo ou obstrução das veias dos membros inferiores, com  ou sem disfunção da bomba muscular da panturrilha (Browse et al., 2001).

 

Segundo Maffei et al., 2001, as úlceras que acometem de 1 a 3% da população adulta, localizam-se mais comumente na face medial do terço inferior da perna, podendo acometer até toda circunferência da mesma e, geralmente, apresentam dor apenas na presença de infecção.

 

O tratamento das úlceras de origem venosa pode ser clínico ou cirúrgico.

Motoneta et al., 2001, afirma que a terapia da compressão é considerada a melhor opção no tratamento clínico da insuficiência venosa crônica.

 

Segundo Bergan e Angle (1997), o efeito benéfico que as meias elásticas provocam no membro é, provavalmente, alterando a hemodinâmica microcirculatória e as forças de starling, aliviando assim o edema; portanto a meia não cura a hipertensão venosa, mas protege a pele de seus efeitos.

A literatura tem, em vários trabalhos, comprovado a eficiência do uso da compressão no tratamento e prevenção da úlcera de origem venosa.  Mayberry et al. (1991), demonstra que o uso da meia em pacientes que aderiram ao tratamento cicatrizou a úlcera em tempo médio de 5 meses e o índice de recidiva foi de 29% em 5 anos. Naqueles que não usaram a meia, a recidiva foi de 100% em 3 anos.

 

Cullum el al. (2003), utilizando critérios da medicina baseada em evidências, demonstram, após estudo de metanálise, que o uso da meia melhora a cicatrização e previne a recidiva da úlcera em pacientes portadores de insuficiência venosa crônica.

 

Para uso da meia em pacientes com úlceras, é necessária uma avaliação do membro e da úlcera, na presença de edema no membro; um repouso de 5 a 7 dias deve ser feito e se houver infecção na úlcera, o tratamento com cuidados local e antibiótico oral deve ser instituído. Estando o membro sem infecção ou edema, a meia pode ser utilizada, após uma boa hidratação da pele ao redor da úlcera, além higienização e proteção.  A meia é vestida pela manhã ao levantar-se e retirada no final do dia.

Portanto a meia é capaz de substituir o repouso absoluto a que o paciente tradicionalmente é submetido, dando assim, mais liberdade para suas atividades diárias.

 

A maior dificuldade na prescrição de meia elástica com úlcera aberta é a aceitação do paciente, desde que o médico oriente bem e fale da importância do uso da meia elástica.

 

Tanto no tratamento quanto na prevenção da úlcera de origem venosa, a receptividade do paciente será boa.  O uso da compressão no tratamento de úlceras venosa é uma medida simples e que pode ser adaptada na rotina do consultório médico com bons resultados.

 

O KIT ÚLCERA veio para facilitar a vida do paciente portador de úlcera de origem venosa, sendo uma meia Selecta com 30-40 mmHg, dividida em duas partes, com a  parte superior colocada inicialmente. Em seguida, faz-se a higiene da úlcera, que deve estar sem infecção, protegendo-a com gaze úmida, e vestindo a parte inferior.

Referências:

BROWSE, NL. et. al. Fisiologia e anatomia funcional. In: __Doenças Venosas. 2 ed. Rio de Janeiro: Dilivros. 2001. p. 47-62.

MAFFEI, F. H. A. Insuficiência venosa crônica: conceito, prevalência, etiopatogenia e fisiopatologia. In: Maffei et al. Doenças vasculares periféricas. 3 ed. Rio de Janeiro: Medsi, 2001. v2 cap. 114 p. 1581-1850.

MONETA, G. L. et al. The natural history, pathophysiology, and nonoperative treatment of cronic venous insufficiency. In: RUTTHERFORD, R. B.. Vascular surgery. 4 ed. Denver: Saunders, 1995. cap. 138 p. 1837-1850.

BERGAN, J. J. ANGLE, N. Chronic venous ulcer. B.M.J., San Diego, v 314, April p. 1019-1023

MAYBERRY, J.C. MONETA, G. I. M, Porter, J.M. Fifteen-year results of ambulatory compression therapy for chronic venous ulcers surgery. Portland v.109 p. 575-581.

CULLUM, N.A. et al. Compression for preventing of venous ulcers.  Trabalho disponível na base de dados Cochrane de revisões sistemáticas.

Assuntos regulatórios

Registro ANVISA dos produtos

 

Meia de Compressão 30/40 mmHg

Helanca 80406099003

Algodão 80406099005

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SAC SELECTA:

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